domingo, 7 de abril de 2013

Toda minha poesia estava errada!

Aos poucos tudo o que se vai
tenta com esforço retornar
e vai além do limite
Pelo prazer de querer sempre se tornar

Algo que se sinta
Algo que te fixe
Algo que se viva
sem ter de ser amado

Sequência de atos frios
Sentados em torno da fogueira
Que faz da vida o fim da mesma
E apaga todo o resto do viver

Eu fumei todos os meus cigarros
Pra poder não sentir a dor
Mas eu senti, mesmo assim
então eu quis algo mais forte

Então bebi você
misturada com pedaços de mim mesmo
Abruptamente, parei com tudo
Isso me lembrava demais a Flavia.

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